Como os coprogenitores estabelecem limites quando um deles tem um novo parceiro

§ 01

O aparecimento de um novo parceiro romântico num dos progenitores figura sistematicamente entre os três momentos de transição mais stressantes nas famílias reestruturadas. Não em si mesmo, mas porque altera um equilíbrio estabelecido, introduz uma nova pessoa num sistema construído sem ela.

Na coparentalidade esta dinâmica é especial. Não houve uma relação romântica que terminou — não há nenhum parceiro 'traído'. Mas isso não torna o momento mais simples.

§ 02

O que discutir com antecedência

Um bom acordo de coparentalidade inclui uma secção sobre novos parceiros românticos. Questões a cobrir: quando é apropriado apresentar o novo parceiro ao filho? Que informação partilham os coprogenitores? Que papel desempenha o novo parceiro na vida do filho?

§ 03

Como apresentar o novo parceiro ao filho

As investigações mostram que as crianças aceitam melhor o novo parceiro quando a apresentação é gradual, sem pressão. Primeiro encontro em ambiente neutro. Sem 'esta é a tua nova mãe/este é o teu novo pai'. O novo parceiro não substitui o segundo coprogenitor.

§ 04

O essencial

Um novo parceiro romântico não é uma ameaça à coparentalidade nem o seu fim. É uma nova variável que o sistema deve absorver. Os sistemas baseados em comunicação aberta e acordos claros fazem-no muito melhor.

Key Takeaways