Em 2002, a Grécia aprovou a Lei 3089/2002 sobre reprodução medicamente assistida — uma das mais progressistas na Europa na época. Permitiu a FIV com dação para uma ampla gama de pessoas e — a grande novidade — legalizou a gestação de substituição altruísta sob condições estritas. Na União Europeia, onde a gestação de substituição é proibida ou está numa zona cinzenta legal quase em todo o lado, esta é uma posição única.
As clínicas de FIV gregas aceitam pacientes estrangeiros há muito tempo e de forma sistemática. A combinação de legislação acessível, grande pool de dadores, preços competitivos e alto nível profissional não é coincidência.
A Lei grega 3089/2002 estabelece condições estritas para a gestação de substituição. A gestante de substituição deve ser cidadã grega ou da UE; não pode ser a mãe genética; não recebe remuneração, apenas reembolso de despesas; idade 25 a 50 anos com filhos próprios; o acordo é aprovado judicialmente antes do procedimento.
Uma qualificação importante: a lei grega exige que os pais intencionais sejam um casal heterossexual ou uma mulher solteira. Casais de homens do mesmo sexo e homens solteiros não têm acesso à gestação de substituição ao abrigo da lei grega.
A dação de óvulos na Grécia é um dos mercados mais desenvolvidos da Europa. O anonimato do dador é garantido por lei; o pool de dadores é muito grande — os tempos de espera são consideravelmente mais curtos do que no Norte da Europa; as dadoras são principalmente jovens mulheres dos 18 aos 35 anos com rastreio médico e genético extenso. Custo de um ciclo de FIV com óvulos doados: 4.500 a 7.000 euros. Taxas de sucesso nas principais clínicas gregas: 55–65% de nascimentos vivos por transferência.
A Grécia ocupa uma posição única no mapa europeu da medicina reprodutiva: o único país da UE com gestação de substituição legal e um dos líderes em FIV com dação. Para os coprogenitores e mulheres solteiras que consideram a FIV com dação, a Grécia oferece um equilíbrio ótimo entre disponibilidade de dadores, qualidade e custo.